23 de julho de 2015

Na Telona :: 'Pixels' #27

POSTADO POR EM 23 de julho de 2015

Oi, gente. Tudo bem?


Na última terça-feira eu compareci a uma cabine de imprensa e hoje vim contar para vocês as minhas impressões sobre o filme, que chegou às telonas hoje. Vamos conferir?!

Filme: Pixels
Título Original: Pixels
Diretor: Chris Columbus
Duração: 1h46min
Lançamento: 23 de julho de 2015
Distribuidora: Sony Pictures
Classificação: 10 anos
Sinopse: A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos: Sam Brenner (Adam Sandler), Eddie Plant (Peter Dinklage), Ludlow Lamonsoff (Josh Gad) e a tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan).

Em 1982, Sam Brenner participou de um campeonato de fliperama. Esta competição foi toda filmada e enviada para uma sonda que a NASA lançou ao espaço para entrar em contato com raças alienígenas e mostrar um pouco de nossa cultura. Na ocasião, Sam, que era o melhor dos melhores em todos os jogos de fliperama, não conseguiu vencer seu rival, Eddie Plant, em uma batalha de Donkey Kong e ficou com o segundo lugar.

Sam era aquele tipo de cara que tinha tudo pra crescer na vida com seu talento para jogos, mas trinta anos depois ele ganha a vida instalando equipamentos eletrônicos. Seu melhor amigo, Will Cooper, que na infância era um perdedor, tornou-se ninguém menos que o presidente dos Estados Unidos e todo dia ele lembra a Brenner o quão grande este podia ter sido.

Uma crise se instaura quando uma base militar americana é atacada por seres misteriosos. As imagens de segurança mostram que o responsável por isso foi o jogo de fliperama Galaga. Mas quem em sã consciência acreditaria nisso? Nenhum país tem tecnologia para tal façanha, o que, iminentemente, prova a teoria de que alienígenas realmente existem e por algum motivo estão atacando os terráqueos.



E é aí que entra Ludlow Lamonsoff. Ludlow era conhecido como o Garoto Prodígio na infância e seu único amigo era Sam. O prodígio cresceu e tornou-se um tanto obcecado por teorias da conspiração, mas dessa vez ele parece estar certo Lamonsoff acredita que a sonda enviada pela NASA com o conteúdo do campeonato de fliperama foi recebido por uma inteligência extraterrestre e interpretada de forma errada, como uma mensagem de ataque e agora eles estão usando a cultura da própria Terra para destruí-la.

Com a ameça de um novo ataque iminente, Cooper recruta Ludlow e Brenner para trabalharem com o exército, em busca de uma defesa contra os inimigos. Eles eram os melhores jogadores de sua época e só eles sabem como vencer os jogos. Com a ajuda da tecnologia, da corajosa tenente-coronel Violet Van Patten e do criminoso Eddie Plant, cabe aos nerds salvarem o mundo antes que este seja destruído. Mas será que essa tarefa vai ser tão fácil quanto jogar videogame?

Querem saber o que vai acontecer? Então não deixem de assistir.



Quando eu assisti o trailer de Pixels, as risadas foram tantas que soube que precisava assistir o filme assim que lançasse. Então, assim que recebi o convite pra cabine, já confirmei presença. Não fui com as expectativas muito altas. Não sabia o que esperar, talvez o melhor do filme fosse o trailer, mas fui surpreendido e preciso dizer que gostei.

Adam Sandler não é o melhor ator do mundo, isso todos sabem, e seus filmes vem decaindo de nível a cada lançamento. Tê-lo como protagonista de Pixels não seria minha escolha inicial, mas confesso que gostei do trabalho do ator, com a exceção daquelas piadas de insulto patéticas que são sua marca registrada. Elas arrancam risadas? Sim. São realmente engraçadas? Nem tanto.

O filme segue aquela linha "cara fracassado que tem a chance de mudar de vida e ficar com a garota bonita", mas o modo como tudo foi construído ficou interessante. Temos muitas referências à cultura dos anos 80, que a maioria eu não entendi por ter nascido quase duas décadas depois, mas acho que o público mais old vai se identificar e gostar de ver sua infância nas telonas.



Sobre as atuações, nada muito surpreendente. Como dito antes, Adam Sandler foi ele mesmo, o que já conhecemos há séculos. Kevin James mal teve participação e realmente não fez falta. Peter Dinklage ficou meio estereotipado, mas gostei do seu trabalho e ele arrancou algumas risadas. Michelle Monaghan... bom, eu adoro ela como atriz e acho que ela merecia uma personagem um pouco mais desenvolvida.

O longa conta com algumas muitas participações especiais, entre elas a tenista Serena Williams e a apresentadora Martha Stewart, interpretando elas mesmas e conseguido uma das cenas mais legais do filme. Além disso, temos a queridinha Ashley Benson como a personagem de videogame Lady Lisa e ADOREI sua participação, apesar de ela não dizer uma única palavra.



Os efeitos especiais estão sensacionais. Não tenho experiência ou conhecimento para analisar cada detalhe, mas achei que as técnicas foram bem encaixadas, dando veracidade a tudo, de forma que parecesse mesmo real. As criaturas pixeladas, os games ganhando vida, as batalhas com os canhões de luz... Adorei.

Em suma, Pixels é aquele filme pra agradar e é uma ótima opção para uma sessão em família durante uma tarde tediosa. Recomendo muito e penso até em rever. Mas dessa vez em 2D, porque eu e 3D realmente não rola.


Beijos e até a próxima!

1 comentários:

  1. Assisti esse filme no lançamento também, não sou muito fã de comédia então eu não tinha uma opinião formada da atuação do Adam Sandler (sim, que vergonha) e vi muitas críticas negativas sobre ele dizendo que era o próximo "Nicolas Cage" de Hollywood. Mas como fui criada com vários primos nerds, o pac-man foi um dos meus primeiros jogos, e achei tão genial essa pegada de trazer os videogames dos anos 80 como inimigos que tive que ver! Tenho parado de ver filmes por conta de tanta adaptação e remakes para mim só mostra que os maiores estúdios estão perdendo a criatividade. Mas enfim, fui nessa de "não esperar tanto" e junto com minha família demos risadas e curtimos. Acredito que esse talvez seja o ponto chave: não esperar muito.
    Muito boa a sua resenha, continue assim!
    Beeeeijos
    http://veludoturquesa.blogspot.com.br/

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